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  • Autora

    Branca Clara das Neves nasceu em Angola na província do Moxico, uma província de Angola que faz fronteira com o Zaire actual República Democrática do Congo e a República da Zâmbia. Continuou a crescer em Luanda onde iniciou a sua vida profissional na Missão de São Paulo.

    Escreve desde que aprendeu e regressa lá sempre que pode.

    O livro Luena Luanda Lisboa publicado em 2014 pela editora Colibri é a sua primeira ficção.

    Em 2015 publicou  “Benjamim”, “Na Deserta”, e “Luto”  na Antologia de Poesia e Prosa Poética da Editorial Minerva .  Em 2016,  “A Casa Cor de Limão” na antologia De Corpo Inteiro, edição do Círculo dos Escritores Moçambicanos na Diáspora. Em 2017 e 2018 integrou a Best New African Poets Anthology, editor Tendai Mwanaka, Zimbabwe.

    Dinamiza círculos intergeracionais de escrita criativa.

    Escreve no  blogue os-do-meio.

    Disse a autora à Rede Angola:  “Ao princípio o que me empurrava a caneta era a paixão por desmontar as mentiras do império e as suas injustiças. Logo a  seguir os mistérios do amor. A  denúncia do domínio dos outros impérios ainda vivos. Depois o trabalho nas falas que se deixam entrelaçar. E agora, ”

  • Author

    The experience of those who were fortunate enough to live through historical processes of violent rupture and yet manage to survive and be content was what got me writing.

    I started writing when I was very young on scattered pieces of paper. In the beginning, I was inspired by a passion to dismantle the lies of empire and its injustices. And later, by the rapture of love and the injustices of other empires.

    I was born in Luena, Moxico, a province of Angola, which borders the Democratic Republic of Congo and Zambia. I have dual nationality - Angolan and Portuguese. I live in Lisbon, where I escaped with my family from the civil war in Angola and where I began a very intense professional career utterly unrelated to the literary field.

    At times of great stress, I would hide in the bathroom or get up first thing in the morning to write.

    I find it extremely rewarding to work with words in languages that can be interwoven.

     

     

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  • O Lugar

    A Terra

    Repousando em sítios

    não-loja onde tudo é vivo.

  • O Livro

    Depois do Livro escolho o livro - De Rios Velhos e Guerrilheiros - de Luandino Vieira, I e II, 2006 e 2009. Uma maravilhosa épica, um texto que nos canta,  Luandino transformando seus idiomas em arte. Nós leitores em viagem iniciática, sentados lá, no chão vasto dos homens guerrilheiros.  E a guerra nos aparece produto interior do homem que sendo também masculino, se mostra por dentro, suas fontes de amor incondicional no taco-a-taco, seus tremores. A que exército pertencerá esse guerrilheiro que se esconde de arma na mão mergulhado até à cintura em águas intranquilas, são quem as vozes que ouve? (livro I)

    E que confirmação essa - “no ombro ou na Cabeça” - o toque daquele que chega no companheiro que ficou, e que afinal “ia com quem ia a alma dele”...“De sozinhos, eles mesmos não aceitavam se escolher: estragava a amizade. (livro II)

    E a fala conduz o exorcismo da guerra, nosso luto.

  • A Personalidade

                                         Inocência Mata

    Intelectual africana contemporânea, que pensa partilha e realiza, sem palco e sem entourage, fazendo de cada batalha seu chão. Não a vemos na tv, não a lemos nos jornais, difícil lhe encontrar a voz.

    Suas suaves pátrias viradas a outros brilhos, deixam de lado comunicados das suas próprias grandezas.  Nos abre janelas largas, this Lady.

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